Sab, 09 de outubro de 2010
O Programa Pró-Ensino na Saúde -- resultado de uma parceria entre a Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (SGETES) e da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) – aprovou 23 projetos de apoio ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica em saúde. Eles receberão financiamento nos próximos quatro anos, num total de R$ 16,8 milhões. O resultado foi publicado nesta quinta-feira (07/10) no Diário Oficial da União.
O edital, lançado em junho, selecionou grupos de professores e pesquisadores de instituições brasileiras públicas e privadas com programas de pós-graduação com nota mínima 4 na avaliação do Ministério da Educação (MEC). As áreas temáticas priorizadas foram: gestão do ensino na saúde; currículo e processo ensino-aprendizagem na graduação e pós-graduação em saúde; avaliação no ensino na saúde; formação e desenvolvimento docente na saúde; integração universidades e serviços de saúde; políticas de integração entre saúde, educação, ciência e tecnologia; e tecnologias presenciais e a distância no ensino na saúde. Ao todo, 47 projetos foram submetidos a análise.
O objetivo do programa é incentivar a produção de pesquisas científicas e tecnológicas e a formação de mestres, doutores e estágio pós-doutoral na área de ensino na saúde. A ideia é contribuir para desenvolver esta formação, considerada estratégica para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). A parceria dos Ministérios da Saúde e Educação tem resultado em ações setoriais que articulam as políticas saúde e de educação, com o objetivo de promover a formação de profissionais de saúde melhor preparados para prestar uma atenção à saúde mais resolutiva e de melhor qualidade. Na formação de professores e pesquisadores, a pós-graduação é uma atividade acadêmica com inquestionável legitimidade e reconhecimento no Brasil. Assim, é essencial que esta esfera de atividade esteja também comprometida com a consolidação do SUS.
Para a diretora do Departamento de Gestão da Educação na Saúde, Ana Estela Haddad, estas iniciativas são de grande importância na consolidação da política nacional de formação dos profissionais da saúde implementada ao longo dos últimos cinco anos. “Sua implantação poderá ser potecializada nas Instituições de Ensino Superior onde o Pró-Saúde e o PET Saúde já estão em funcionamento. Além disso, a possibilidade de estabelecer parcerias entre programas ou instituições, trabalhando em rede, dinamiza a troca de experiências, e como resultado, todos saem ganhando”, afirma.
Entre os itens financiáveis para os projetos contemplados estão bolsas de estudos no Brasil nas modalidades de mestrado acadêmico, doutorado, e professor-visitante (nacional ou estrangeiro). O valor de financiamento de cada projeto será de até R$ 220 mil por ano, incluindo todas as despesas, num total máximo de R$ 820 mil por iniciativa. Os projetos têm prazo de cinco anos para a execução das atividades.
O resultado dos projetos selecionados pelo Programa Pro-Ensino na Saúde está disponível no endereço http://www.capes.gov.br/images/stories/download/editais/resultados/Resultado_Edital_EnsinoSaude_2010.pdf
O edital, lançado em junho, selecionou grupos de professores e pesquisadores de instituições brasileiras públicas e privadas com programas de pós-graduação com nota mínima 4 na avaliação do Ministério da Educação (MEC). As áreas temáticas priorizadas foram: gestão do ensino na saúde; currículo e processo ensino-aprendizagem na graduação e pós-graduação em saúde; avaliação no ensino na saúde; formação e desenvolvimento docente na saúde; integração universidades e serviços de saúde; políticas de integração entre saúde, educação, ciência e tecnologia; e tecnologias presenciais e a distância no ensino na saúde. Ao todo, 47 projetos foram submetidos a análise.
O objetivo do programa é incentivar a produção de pesquisas científicas e tecnológicas e a formação de mestres, doutores e estágio pós-doutoral na área de ensino na saúde. A ideia é contribuir para desenvolver esta formação, considerada estratégica para a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). A parceria dos Ministérios da Saúde e Educação tem resultado em ações setoriais que articulam as políticas saúde e de educação, com o objetivo de promover a formação de profissionais de saúde melhor preparados para prestar uma atenção à saúde mais resolutiva e de melhor qualidade. Na formação de professores e pesquisadores, a pós-graduação é uma atividade acadêmica com inquestionável legitimidade e reconhecimento no Brasil. Assim, é essencial que esta esfera de atividade esteja também comprometida com a consolidação do SUS.
Para a diretora do Departamento de Gestão da Educação na Saúde, Ana Estela Haddad, estas iniciativas são de grande importância na consolidação da política nacional de formação dos profissionais da saúde implementada ao longo dos últimos cinco anos. “Sua implantação poderá ser potecializada nas Instituições de Ensino Superior onde o Pró-Saúde e o PET Saúde já estão em funcionamento. Além disso, a possibilidade de estabelecer parcerias entre programas ou instituições, trabalhando em rede, dinamiza a troca de experiências, e como resultado, todos saem ganhando”, afirma.
Entre os itens financiáveis para os projetos contemplados estão bolsas de estudos no Brasil nas modalidades de mestrado acadêmico, doutorado, e professor-visitante (nacional ou estrangeiro). O valor de financiamento de cada projeto será de até R$ 220 mil por ano, incluindo todas as despesas, num total máximo de R$ 820 mil por iniciativa. Os projetos têm prazo de cinco anos para a execução das atividades.
O resultado dos projetos selecionados pelo Programa Pro-Ensino na Saúde está disponível no endereço http://www.capes.gov.br/images/stories/download/editais/resultados/Resultado_Edital_EnsinoSaude_2010.pdf
Fonte: Ministério da Saúde

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