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Dom, 17 de outubro de 2010
O Ministério da Saúde inaugurou hoje (15), em Porto Alegre (RS), o terceiro Centro de Atenção Psicossocial Infanto Juvenil (CAPS i) destinado ao atendimento exclusivo de crianças e adolescentes dependentes de drogas, como o crack, ou que sofrem de transtornos mentais graves. Com este novo centro, o Rio Grande do Sul passa a contar com 15 CAPs desta modalidade. O serviço, destinado à assistência de pacientes com até 18 anos de idade, será mantido pelo Grupo Hospitalar Conceição (GHC). A meta é atender até 400 crianças e adolescentes por mês. O serviço entrará em funcionamento a partir da próxima segunda-feira (18).
O governo federal garantirá cerca de R$ 4 milhões, por ano, para manter este CAPS i em funcionamento. Os recursos serão utilizados para custeio do serviço, inclusive pagamento de salários da equipe multiprofissional. O CAPSi funcionará na Rua Dom Diogo de Souza, 429, bairro Cristo Redentor, e atenderá a pacientes das regiões Norte, Nordeste e Noroeste da capital gaúcha, encaminhados pelos postos de saúde.
Durante a cerimônia de inauguração, o secretário nacional de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, afirmou que a medida faz parte do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, uma iniciativa interministerial, lançada pela Presidência da República, que visa ampliar e qualificar em todo o país a assistência aos dependentes de drogas e de álcool.
“A inauguração deste centro é uma ação efetiva do Ministério da Saúde, por meio do GHC, que, aliada aos consultórios de rua e aos leitos que habilitamos recentemente para o Estado, terá grande impacto na qualificação do atendimento na área de saúde mental em Porto Alegre, especialmente no tratamento de usuários de drogas, como o crack”, explicou o secretário.
Segundo Alberto Beltrame, além de prestar atendimento a crianças e adolescentes, o novo CAPS i também desenvolverá ações preventivas para a comunidade. “Esta é uma ação com o propósito de agirmos preventivamente no cuidado de toda a população a fim de contribuir para a formação de um adulto mais saudável. A casa inaugurada hoje é uma alternativa real de cuidados terapêuticos para pacientes com transtornos mentais, em ambientes domésticos e extremamente acolhedores, bem diferentes dos tradicionais manicômios”, ressaltou.
ESTRUTURA – O CAPSi funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, para atendimento diário de crianças e adolescentes com até 18 anos de idade, que enfrentam transtornos mentais graves e dependentes de álcool e de drogas como o crack.
A equipe de atendimento é formada por psicólogos, psiquiatras (infância e adolescência), hebiatra (médico de adolescentes), enfermeiros, técnicos de enfermagem, pedagoga, terapeuta ocupacional, educador artístico, nutricionista, atendente de nutrição e auxiliares administrativos. O CAPS i terá uma horta e oferecerá atividades lúdicas.
AVANÇOS – Ao longo dos últimos anos, o governo federal tem ampliando o tratamento para pessoas com transtornos mentais, inclusive dependentes de crack e outras drogas. O número de CAPS triplicou nos últimos nove anos. Eram 424, em 2002. Hoje, a rede conta com 1.541 centros espalhados por todas as regiões do país. Neste mesmo período (2002-2010), os investimentos na Política de Saúde Mental aumentaram 142%. O valor destinado passou de R$ 619,2 milhões (2002) para R$ 1,5 bilhão.
Com a inauguração deste novo centro, o Rio Grande do Sul passa a ter 136 CAPS em funcionamento, de diferentes modalidades.
No mês passado, o estado também foi beneficiado com a habilitação de 73 novos leitos em 14 municípios, destinados ao tratamento de usuários de álcool e drogas, especialmente o crack. Para a execução desta ação, o Ministério da Saúde publicou portaria assegurando R$ 2,9 milhões, por ano.
O governo federal garantirá cerca de R$ 4 milhões, por ano, para manter este CAPS i em funcionamento. Os recursos serão utilizados para custeio do serviço, inclusive pagamento de salários da equipe multiprofissional. O CAPSi funcionará na Rua Dom Diogo de Souza, 429, bairro Cristo Redentor, e atenderá a pacientes das regiões Norte, Nordeste e Noroeste da capital gaúcha, encaminhados pelos postos de saúde.
Durante a cerimônia de inauguração, o secretário nacional de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Alberto Beltrame, afirmou que a medida faz parte do Plano Integrado de Enfrentamento ao Crack e Outras Drogas, uma iniciativa interministerial, lançada pela Presidência da República, que visa ampliar e qualificar em todo o país a assistência aos dependentes de drogas e de álcool.
“A inauguração deste centro é uma ação efetiva do Ministério da Saúde, por meio do GHC, que, aliada aos consultórios de rua e aos leitos que habilitamos recentemente para o Estado, terá grande impacto na qualificação do atendimento na área de saúde mental em Porto Alegre, especialmente no tratamento de usuários de drogas, como o crack”, explicou o secretário.
Segundo Alberto Beltrame, além de prestar atendimento a crianças e adolescentes, o novo CAPS i também desenvolverá ações preventivas para a comunidade. “Esta é uma ação com o propósito de agirmos preventivamente no cuidado de toda a população a fim de contribuir para a formação de um adulto mais saudável. A casa inaugurada hoje é uma alternativa real de cuidados terapêuticos para pacientes com transtornos mentais, em ambientes domésticos e extremamente acolhedores, bem diferentes dos tradicionais manicômios”, ressaltou.
ESTRUTURA – O CAPSi funcionará de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, para atendimento diário de crianças e adolescentes com até 18 anos de idade, que enfrentam transtornos mentais graves e dependentes de álcool e de drogas como o crack.
A equipe de atendimento é formada por psicólogos, psiquiatras (infância e adolescência), hebiatra (médico de adolescentes), enfermeiros, técnicos de enfermagem, pedagoga, terapeuta ocupacional, educador artístico, nutricionista, atendente de nutrição e auxiliares administrativos. O CAPS i terá uma horta e oferecerá atividades lúdicas.
AVANÇOS – Ao longo dos últimos anos, o governo federal tem ampliando o tratamento para pessoas com transtornos mentais, inclusive dependentes de crack e outras drogas. O número de CAPS triplicou nos últimos nove anos. Eram 424, em 2002. Hoje, a rede conta com 1.541 centros espalhados por todas as regiões do país. Neste mesmo período (2002-2010), os investimentos na Política de Saúde Mental aumentaram 142%. O valor destinado passou de R$ 619,2 milhões (2002) para R$ 1,5 bilhão.
Com a inauguração deste novo centro, o Rio Grande do Sul passa a ter 136 CAPS em funcionamento, de diferentes modalidades.
No mês passado, o estado também foi beneficiado com a habilitação de 73 novos leitos em 14 municípios, destinados ao tratamento de usuários de álcool e drogas, especialmente o crack. Para a execução desta ação, o Ministério da Saúde publicou portaria assegurando R$ 2,9 milhões, por ano.
Fonte: Ministério da Saúde

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